quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Gorfando um novo dia

Entao.. Queria escrever algo ainda esse ano! Mas nem bêbado estou, nem ao menos sei sobre o que falar... Esse negócio não é pra mim. Não sei escrever, quem dirá BEM!

Posso falar sobre mim, que voltei (muito vagarosamente e sem pressa) a compor; que tenho uma garota linda por perto; que to me comportando em casa, irmão, irmã, vizinhos, discussão de mãe (pai nunca brigo, que Bueno).

Posso falar dos outros, muitos ainda muito mesquinhos. Querendo se “sobressair” negativamente. Mas falar dos outros não é tão interessante para alguém tão barrista e narcisista, é o que diz minha querida mãe; e também diz aquela música “é que narciso acha feio o que não é espelho” nem sei se é de Caetano, mas se for... Pode ignorar, sem medo, sem vicio... O blog é meu, que tal ;))

“Posso” ainda, “falar da tarde que cai e aos poucos deixa ver”... A construção de um hoje com a minha cara, com desenhos, com música, cana e amigos. Sem falar do surf, tatuagem, na pele e coração, bike – uma nova paixão, mulher é vicio mesmo.
Estudos com cinema, história, novamente música. E ano que vem.. amanhã.. praticar esportes, nadar, malhar cinco meses seguidos, um idioma aqui, pilates se tivesse grana, acolá

To sendo bem compreendido (por mim mesmo) mas as letras já me começam a faltar.
Uma forma irracional e desconecta de se compor. Um prazer irreal a equação de se falar em outro, de se mostrar escondido, de fazer por idas e vindas. Voltas e escadas. Planos idos e vindos. E sobretudo tudo ser sobre você. Seu redor, por que de fato é.

Hoje na verdade me encontro quase bêbado, sem um gole real, o mais próximo disso tem dois (acho) dias. O álcool que eu sentia... Armazenou-se em sentimentos, agora gorfados, não chamarei de vômito. Ainda regurgito. Regurgito um não-momento de uns anos pra cá, de sorte e de estranho não me achar em climas das “comemorações” de nada, seja páscoa ou carnaval, ano novo para não falar em natal... Bela cidade.

Afirmações obvias, à um palmo, me cansam e tem me cansado. Ainda falam como se fosse surpresa e são aclamados. Sinceramente... Ando enojado.

Feliz dia de hoje gorfado!

[ QuaZe Sóbrio ]

Ficha técnica: Champagne (dois dias atrás.)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Ao vento

Então... é preciso escrever alguma coisa... mas do que falar? Para que e para quem falar?
Pois é.. me pergunto e permaneço sem resposta. Nenhum tema, relevante ou não, me vem ao pensamento. Poderia citar vários acontecidos, situações que seriam interessantes tangenciar.

As pessoas à medida que crescem de fato vão se tornando o futuro (agora presente) do país. Vão tomando o lugar dos que antes lá estavam.... Hoje encontrei um conhecido, e adivinhem? Quando pensei (mentira) que ele fosse me dar um “baculeijo”, ele parou o carro da polícia, POLÍCIA, que dirigia, se dirigiu a mim, pelo meu nome, e me fez uma pergunta corriqueira... achei aquilo fora do comum.

E comentei... “pohha (assim mermo) eu conheço O policial”, não que reverencie tal profissão, nem que achincalhe. Prova disso é que ontem estava eu numa apresentação musical e determinada banda.. acho que foi (tico e teco - e o treco - funcionando...) enfim.... uma banda tocou.. Ah.. foi nação com paralamas, tocou “polícia para quem precisa” de titãs e eu não engrossei o coro dos contentes.

Outro fato curioso é/foi o meu aniversario virtual... que tomou proporções “fantardigas” (tiririca). Ao ponto de me causar constrangimento (pouquíssimos momentos). Já agradecia e já uns amigos perturbavam e outros tentavam desmascarar-me, sem êxito, obvio ;))... porém dessa vez pessoas queridas, novos queridos, emergentes, digamos, me deram congratulações com tamanho carinho que fiquei sem jeito.

Em Janeiro coloco a data certa, já que o propósito mudou.

Também pessoas que tentam te usar, fazendo parecer que tem escrito “otário” em letras garrafais e luminosas em tua testa. E pior... se fazem de coitadas. Quem sou eu para julgar, mas como pecador que sou, que somos... julgo, mesmo assim (você também), não adianta negar.

Por finalizar nosso bat-papo - tem coisas da infância que nos acompanham ne? Mais do que isso... tem coisas que ficam do que não restou! Grilinhos, caretas, trejeitos e palavras- lhes dou, aos meus queridos 3 leitores, um boa noite com gostinho de amanha tem mais! ;))

Por hoje é só, pessoal. Chega de besteira.

[ QuaZe Sóbrio ]

Ficha Técnica: Cana... A Branquinha!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Carta alcoólica

Tenho um amigo. Um amigo daqueles que você sabe que pode confiar. Daqueles que você apresenta como Irmão...

E é mais de um, Pão, Çandro... alguns mais.. depois eu conto...
Çandro, porém é um cara irredutível. Excepcional, porem irredutível
.
Não quero que mude... Dançar, se mostrar... Ninguém se apaixona pela sua beleza interior, isso é fato... Não adianta argumentar... Depois você até se mostra e a pessoa, a outra pessoa muda a opinião, sobre você; diariamente, acontece com todo mundo, as pessoas vão conhecendo e mudando a imagem das outras; e gosta do que você de fato é...
Todos vamos morrer... Tive consciência disso à pouco... Não quero que seja agora nem por agora... Isso só corrobora com a atribuição de valores... Ou seja, sei que isso não é poético Çandro... Mas espero que gostes (esse é um dos escritos que segue à risca a “lei” desse estimado Bogbêbo)... buscamos melhorar cara... acredito que você saiba que desde que me conheceu sou o mesmo cara... Porém quando da data em 2003, janeiro.. eu não sabia dançar, era um pouco mais tímido... O que sou... metade é por que nasci e metade é por que busquei ser... minha essência é a mesma.... ESSE ESCRITO ESTÁ TOTALMENTE DIRECIONADO , SEI DISSO o caps look foi sem querer...
Pão está aqui nesse momento... parecendo um tanga... e estamos sentindo sua falta veio... bebo não mente... amanha você num tem MERDA (caps lock intencional) nenhuma de obrigação e ao invés de estar aqui .. pra pegarmos uma praia ou sei La... uns conselhos uuuuuui
Tu foi dormir que nem um fuleiro (no Word essa palavra deu erro e a sugestão foi: Fumeiro aaaaaahahhahah)... a gente gosta muito de tu HOMO e queremos só te ver bem... to nem perguntando a pão a opinião dele.... nem preciso... já sei... se falamos. E enchemos teu saco é por que te amamos... um cara chato que nem tu, se não gostássemos já tínhamos mandado tu se fuder Piiiiiiiiiiii (mundo canibal)...
To feliz por está escrevendo isso... espero que não tenhas ficado chateado hoje já que não ficaste bebinho que nem eu! ;))
Um abração veio.. e vamo pra PoA.... aeeeeeeeeeeeee

[ QuaZe Sóbrio ] ps: esqueci minha senha do blog... NE foda heauheauheaeue
Aeeeeeeeeee

Ficha técnica (quase que esqueço dela): Vinho, vinho PA carai! Haha

Escrito levemente modificado, para melhor entendimento (tava foda antes haha)

domingo, 29 de novembro de 2009

O meu amor é uma bêbada!

Caminhando eu a encontrei, olhei distraidamente... Estava lá: suave, tranqüila, parecia em câmera lenta enquanto ao seu redor vento, folhas e carros figuravam.
No segundo olhar EU estava mais terno... Enquanto admirava suas curvas algo a fez virar em minha direção. Percebi e travei. Não era assim, pensei;
A olhava com se fosse na televisão, sem que ela me pudesse retribuir.

O terceiro olhar - um gole a mais de solidão, aquele oceano que te toma por dentro sem você saber bem de onde vem, que te esquenta, queima, e gela em frações, que te morde, te afoga e te emerge, te beija, te bate com carinho... De repente um estalar de dedos...

O quarto olhar estava um pouco embaçado. Não percebia o contorno de seus olhos, a luz ofuscava em contrária direção... Não pude notar seu afastamento. Fiquei ao sul em pensamentos. Tentava me convencer e consolar com possíveis por quês.

Ao quinto olhar me vi... Só. Na verdade não deixei de estar. Era como uma ilusão à boca por um minuto e meio, e 23h de recordação.
Não pude deixar de notar os outros, agora em normais condições de temperatura e pressão, que me lançavam olhares; em primeira, segunda e quinta... Perpassei, continuei adiante. Quando algo me chamou atênção, era ela, me pedindo para voltar...

Embebendo-me de paixão, olhei para meu reflexo numa possa ao chão... Era o sexto olhar, como um sexto sentido que não possuo, me fazendo notar que o amor estava me consumindo e a si próprio, como óleo disel em combustão, qual um Romeu sem sua canção.
Minha epopéia moderna lançada ao silêncio.
Descobri que na verdade meu amor gira em torno de mim. Meu amor, uma garrafa ao fim e o bêbado sou eu.

[ Quaze Sóbrio ]

Ficha técnica: Vodka (slova) com refrigerantes (diversos)
Um gole de uísque (não sei qual)
Bolinhos de queijo e presunto.

domingo, 8 de novembro de 2009

O meu amor é um botão:

Como escrito de estréia... Nada melhor do que falar de amor... E sendo um blogbêbo, amor sem fronteiras, amor que eu sinto quando abro a geladeira. Amor por uma pequena. Pequena, braba, fofa... E piegas. Sou, fui, cansei e continuei sendo.

... Sendo gerado, amaciado na entrada da noite. Em sonhos: sonhados, acordade e em estandi bái. Não um "sonho", um caminho. Não uma "meta" com estratégias traçadas. Érro. Gosto do êrro, gosto de ser compensado.

Um sorriso, um cabelo assanhado. Me apaixono uma vez por semana. Sem ser superficial, fútil ou volúvel... Embora tente. Já tentei. Há quem diga que consegui. Eu digo que não.

Como foi dito... (ainda não foi dito?!?!)...

Pode ser que eu me arrependa, mas também pode ser que não. Como primeiro escrito isso passa ou isso vinga... Há comemoração.

E se é pra falar de botão. Se é pra falar com o coração... É algo que ainda não começou, mas que estou gostando do começo. É bem verdade que ainda pode não acontecer... Mas, como é uma vez por semana, em não-rolando, dá pra eu me manter. Mas vou querer, por certo, tentar... Estou tentando, talvez me repetindo, mas nunca parando.

Um botão assim não se acha no Barro. Barro's'ó com água e carinho. E, como foi dito...

Se não for, tudo bem. Foi bom, foi bêbo... Eu nem ligo!

[ QuaZe Sóbrio. ]

Ficha técnica: Uísque Grand Macnish;
Pão com requeijão;
Salsicha e carne moída.