quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Do lado de lá

Como pode alguém sonhar o que é impossível saber? Pois é, começo assim, depois de um “tombo” atrás do outro mais tarde revelado.

Sei que a tua solidão me dói, mas que mesmo assim, um dia otimista acredito. Hoje nem tanto, descrente, incrédulo... Cético. Feliz ou infelizmente.

Mais um na mesa de jantar, mais que um , mais que mil, e na mesa de jantar uma garrafa de uíque!

Laaaaaaaaaaa, La La laaaaaaa, La La laaaaaaaaa La laaaaaa! E o primeiro escrito não se fez escrever.

Nem todo amor do mundo, nem o outro lado. Talvez o mal me quer, talvez uma má escolha.

Um empório, um espolio, um império do nada. Nada. Nada. Só o outro lado, mal me quer!


O obvio, toque em um, que não esteja lá. Nem quero te ver, nem te dizer. Deixa ser se assim for, um dia foi ou será. Palavras, revelar, te ligar, te dizer, não dá. “não” dá!?


Nem um filme no close pro fim, nem um ano a mais, sem análise, sem parabéns. Floresceu no acaso, eu brindo e brinco. Contigo não dá.

Mas serio para eu me enganar! Amanhã? Nem rola!

[ QuaZe Sóbrio ]

Ficha técnica: cerrrrrrrva, pra variar, duas caninhas também, num aniversário.

Nenhum comentário:

Postar um comentário