Sentimento de máquina, mas o que sente uma maquina?
Ilusões por dentro da máquina.
O álcool salvou mais um. Mais uma chance desperdiçada.
O importante não é o mecânico, é o prazer, prazer de máquina, prazer em conhecer.
Uma dor de dente, dor na consciência era dor, era bom quando ainda sentia.
Reencontro soa como música, dois amigos. Histórias recontadas, risadas reeditadas. Reprises de esquinas que não te dão náuseas. O álcool estava lá, está aqui.
Prazer de máquina às vezes é não sentir. À vista, na cara, sem tempo de dizer não.
Avista e já não há razão.
À prazo os sentimentos, de uma máquina, se vão. A ponte já não tem o lado de lá.
Aponte para onde quiser,
Mas apenas se quiser chegar. Enxergar pode ser difícil, pode ser um vicio.
(Pode ser, eu preciso.) e insisto: é preciso.
O medo da solidão momentânea me acompanha. Mas que bela companhia.
Sem você o que faria? Sabe lá como eu seria. Alguma máquina para brindar?
Um gole a mais
Uma percepção
Um sorriso
Um vento que se vai.
É preciso chão, compreensão ou ingratidão? Isso que nos dão é tão, tão... Tão pouco, quase que fico louco, chorando gotas de óleo, raio e trovão; espirro e cochinha no chão.
Já se misturou o abismo: queda e ascensão. E aquele sentimento de colisão? Não captarão.
Não é preciso sopa de letrinhas, meu amor ta numa escuridão. Um escuro como a noite, um breu, uma saída. Um mapa, um acaso, uma partida.
Mas não culpes as máquinas. Sua liberdade foi podada. Paciência, alma lavada!
[ QuaZe Sóbrio ]
Ficha técnica: Cervejinha na boemia da terça-feira!
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário